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Artes marciais e ciência: Felipe Nilo confirma participação no workshop sobre neurobiologia do autismo – Diário do Rio de Janeiro

Foto: Divulgação

Artes marciais e ciência: Felipe Nilo confirma participação no workshop sobre neurobiologia do autismo – Diário do Rio de Janeiro
  • Publishedjulho 2, 2025
Artes marciais e ciência: Felipe Nilo confirma participação no workshop sobre neurobiologia do autismo – Diário do Rio de Janeiro

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O professor e ex-atleta profissional Felipe Nilo, faixa-preta de jiu-jitsu e graduado em outras quatro modalidades de artes marciais, é um dos nomes confirmados no Workshop Neurobiologia sobre Autismo, que será realizado no dia 16 de agosto, das 9h às 18h, na Av. das Américas, 10500 – Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Com mais de dez anos de atuação junto a pessoas com autismo, pioneiro mundial nas artes marciais inclusivas e à frente do Espaço Felipe Nilo e do Instituto Nacional de Artes Marciais Inclusivas (INAMI), o educador levará ao evento sua experiência pioneira de inclusão por meio das artes marciais.

Promovido pelo IEPSIS – Instituto de Ensino e Pesquisa em Saúde e Inclusão Social, o workshop tem liderança científica do Dr. Paulo Liberalesso, neuropediatra, mestre e doutor em saúde mental. A proposta é oferecer uma imersão completa e transformadora sobre o transtorno do espectro autista (TEA), aliando conhecimento técnico, abordagens inovadoras e estratégias aplicáveis à prática clínica, educacional e familiar.

“Participar do IEPSIS Tour ao lado de grandes nomes como o Dr. Paulo Liberalesso é uma honra, mas, acima de tudo, é uma responsabilidade. Hoje no Brasil, temos muitos eventos que falam sobre autismo, mas poucos com o nível de acessibilidade e profundidade científica que esse workshop oferece. Ele une ciência de ponta com práticas reais, aplicáveis e acessíveis a todos”, afirmou Felipe Nilo.

Reconhecido por seu trabalho com metodologias adaptadas no tatame, o professor defenderá a importância das artes marciais no desenvolvimento emocional, social e físico de pessoas autistas, especialmente em temas como combate ao bullying, defesa pessoal e autorregulação.

“As artes marciais não substituem nenhuma terapia, mas somam. E somam muito. Elas promovem regulação, constroem confiança, ampliam a autonomia e ajudam a formar uma rede de apoio viva e ativa”, completou.

O IEPSIS é referência nacional em saúde mental e inclusão social, com foco em formação de profissionais nas áreas de psicologia, neuropsicologia, psiquiatria, pediatria, assistência social, educação física e áreas correlatas. Segundo o Dr. Paulo Liberalesso, o objetivo do evento é tornar o conhecimento científico acessível e aplicável.

“A ciência, por si só, não transforma realidades. O que transforma é o conhecimento que chega até as pessoas, que faz sentido para elas, que pode ser aplicado no cuidado diário, na escuta atenta, na tomada de decisões e na construção de políticas mais humanas. Este workshop é um exemplo vivo desse compromisso social”, afirmou o diretor científico do IEPSIS.

Com temas que abordam desde a neurobiologia do TEA até intervenções baseadas em evidência, o workshop é voltado para profissionais da saúde, educadores, familiares e estudantes interessados em ampliar sua compreensão sobre o autismo de forma ética, prática e acolhedora.

As incrições podem ser feitas através do link (clique aqui).

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Fonte: diariodorio.com