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Vagas públicas do Jardim de Alah estariam fechadas para criação de estacionamento privado – Diário do Rio de Janeiro

Vagas públicas do Jardim de Alah estariam fechadas para criação de estacionamento privado – Diário do Rio de Janeiro
  • Publishedjulho 4, 2025
Vagas públicas do Jardim de Alah estariam fechadas para criação de estacionamento privado – Diário do Rio de Janeiro

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Para quem costuma parar o carro ali na fronteira entre Ipanema e Leblon, atenção: as vagas públicas que circundavam o Jardim de Alah foram bloqueadas desde o último dia 28. Coincidentemente, o fechamento aconteceu junto com o início das obras de revitalização do parque, comandadas pelo consórcio Rio + Verde.

O Tribunal de Justiça do Rio manteve a autorização para o início das intervenções, rejeitando o pedido de liminar do Ministério Público que queria barrar a reforma.

O problema é que a notícia não caiu bem para muita gente da região. Muitos moradores, principalmente os que não têm garagem no prédio, usavam essas vagas gratuitas. Além disso, esse espaço ajudava o comércio local dos dois bairros a receber clientes que dependem do carro.

Entre os comentários e conversas de corredor, há quem diga que o plano é transformar essas vagas públicas em estacionamento pago, operado por uma empresa privada — o nome da Estapar foi comentado. Nada foi confirmado oficialmente.

Revitalização do Jardim de Alah

O projeto de arquitetura da revitalização do Jardim é assinado pela Opy Soluções Urbanas, dos arquitetos Miguel Pinto Guimarães, Sergio Conde Caldas e João Souza Machado, e promete maior integração entre o parque e o bairro, mantendo construções tombadas e boa parte da área verde, mas acrescentando novas estruturas que aproveitam os diferentes níveis do terreno. Também está prevista a construção de um estacionamento dentro do parque.

À frente do consórcio Rio + Verde está o empresário Alexandre Accioly, conhecido por revitalizar o Cine Roxy, em Copacabana, e sócio da rede Bodytech.

No total, o investimento na revitalização será de R$ 110 milhões, além de R$ 20 milhões anuais destinados à manutenção. O Jardim de Alah ocupa cerca de 95 mil metros quadrados.

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Fonte: diariodorio.com