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Rio de Janeiro cria 23,9 mil empregos formais em março, aponta Novo Caged – Diário do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro cria 23,9 mil empregos formais em março, aponta Novo Caged – Diário do Rio de Janeiro
  • Publishedabril 29, 2026
Rio de Janeiro cria 23,9 mil empregos formais em março, aponta Novo Caged – Diário do Rio de Janeiro

Carta do papai Noel
Foto: Divulgação

O Estado do Rio de Janeiro criou 23.914 postos de trabalho com carteira assinada em março de 2026. O resultado fez o Rio ocupar a terceira posição nacional na geração de empregos formais no mês.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Novo Caged, e foram divulgados nesta quarta-feira (29/04) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O saldo de março foi 101% maior que o registrado em fevereiro. No primeiro trimestre de 2026, o crescimento chegou a 76,7% na comparação com o mesmo período de 2025.

Capital lidera geração de vagas

Entre os municípios fluminenses, a cidade do Rio de Janeiro teve o maior saldo de empregos formais em março, com 7.422 novas vagas.

Em seguida aparecem Niterói, com 1.202 postos; Itaboraí, com 965; Macaé, com 790; e Nova Iguaçu, com 641.

Os números mostram que a geração de empregos ficou espalhada por diferentes regiões do estado, com destaque para a capital, a Região Metropolitana e municípios ligados à atividade industrial e ao setor de óleo e gás.

Serviços foi o setor que mais contratou

Quatro dos cinco setores de atividade econômica tiveram saldo positivo de empregos no Estado do Rio em março.

O setor de Serviços foi o principal responsável pelo desempenho, com 11.714 vagas criadas. A Construção também teve resultado positivo, com 1.533 novos postos formais.

A Indústria fechou o mês com saldo de 109 vagas, segundo o Novo Caged.

Mulheres ocuparam a maior parte das novas vagas

De acordo com os dados divulgados, as mulheres ocuparam 68% dos empregos gerados no estado em março. Os homens ficaram com 32% das novas vagas formais.

Por faixa etária, o maior saldo foi registrado entre jovens de 18 a 24 anos.

Já no recorte por escolaridade, a maior parte dos postos de trabalho criados foi ocupada por pessoas com Ensino Médio completo.

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Fonte: diariodorio.com