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Do Havaí para a mesa: como o Mana Poke está transformando a alimentação rápida no Rio de Janeiro – Diário do Rio de Janeiro

Do Havaí para a mesa: como o Mana Poke está transformando a alimentação rápida no Rio de Janeiro – Diário do Rio de Janeiro
  • Publishedabril 24, 2026
Do Havaí para a mesa: como o Mana Poke está transformando a alimentação rápida no Rio de Janeiro – Diário do Rio de Janeiro

Carta do papai Noel
Restaurante Mana Poke, em Botafogo – Foto: Mateus Aguiar

O que antes era uma tendência de nicho vinda do Pacífico, hoje é uma realidade consolidada nos centros urbanos brasileiros. O Mana Poke surge nesse cenário não apenas como uma opção gastronômica, mas como um modelo de negócio que une agilidade e qualidade nutricional. Em entrevista exclusiva ao DIÁRIO DO RIO, fomos até aos bastidores da marca para entender como o equilíbrio entre o frescor dos insumos e a experiência do cliente dita o ritmo de crescimento da rede.

Mana Poke Unidade Botafogo – Foto: Mateus Aguiar

Conversamos com a gerente da unidade de Botafogo-RJ, e questionamos o porquê investir neste mercado: “Acredito que inicialmente foi devido ao crescimento das redes de academia, a procura pela comida saudável, as pessoas começaram a se cuidar mais, prezar mais pela saúde”, disse a gerente Alessandra.

Questionada sobre o público-alvo continuar sendo o mundo fitness, a gerente nos disse que inicialmente era a ideia, mas a procura de outros públicos, dos mais diversos, fez com que o restaurante ampliasse o olhar: “A ideia era atingir esse público (fitness), porém […], a gente começou a atender as empresas daqui de Botafogo, então na hora do almoço, o restaurante lota, enche todas as mesas. E é um pessoal de escritório. Você olha para eles, e nota-se que são pessoas dos mais diversos perfis. Eles gostam de comer no Mana Poke por ser uma comida saudável. Assim, por mais que eles não possam estar dentro de uma academia, eles se preocupam em cuidar da parte da alimentação. Então hoje a gente atende famílias, crianças, idosos. A gente tem um cliente que vem aqui quase todos os dias. Ele sempre vem, come, e leva para a esposa.”

Questionamos também como surgiu o prato “Poke”: “O Poke foi criado no havaí, com os pescadores que pegavam peixe cru, e pegavam frutas ao redor, como manga, o que tivesse na região, picavam e colocavam em uma vasilha, e comiam. Ali surgiu o Poke. Porém, com o tempo ele foi se modificando, passou a ter toques orientais, foi onde entrou o Sunomono, o Gohan, alguns itens que são mais de culinária oriental.”

Prato “Poke” – Foto: Mateus Aguiar

Além do foco na gastronomia, o Mana Poke reforça seu compromisso ambiental por meio do Mana Day. O projeto beneficente arrecada recursos para o Instituto Ecosurf, organização brasileira que atua na preservação dos oceanos e zonas costeiras, criado pelo surfista João Malavolta. Perguntamos para a Alessandra como o restaurante colabora para o instituto.

“O Mana Day é um dia em específico que o restaurante reverte 5 reais de cada Poke vendido, em todas as unidades do Brasil, e é destinado para o instituto.”

Ao unir a tradição da culinária havaiana a um modelo de gestão consciente, o Mana Poke demonstra que o sucesso no setor gastronômico moderno vai além do paladar. Seja pela personalização dos bowls ou pelo suporte ativo à preservação dos oceanos através do Mana Day, a rede consolida uma proposta onde o consumo e o cuidado com o planeta ocupam a mesma mesa.

Onde encontrar?
Mana Poke Botafogo – R. Marquês de Olinda, 94
Mana Poke Ipanema – R. Visconde de Pirajá, 44
Mana Poke Barra da Tijuca – Av. Olegário Maciel, 214 – Loja F

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Fonte: diariodorio.com