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Serina: saiba para que serve e se você precisa suplementar

Ler Resumo Introdução A serina é um aminoácido não essencial produzido pelo corpo, fundamental para a saúde cerebral, metabolismo e sistema imune. Embora estudada em doenças neurodegenerativas como Parkinson e

  • Publishedabril 25, 2026

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Introdução
A serina é um aminoácido não essencial produzido pelo corpo, fundamental para a saúde cerebral, metabolismo e sistema imune. Embora estudada em doenças neurodegenerativas como Parkinson e ELA, a suplementação é desnecessária para indivíduos saudáveis, pois é sintetizada naturalmente e obtida pela alimentação.

Carta do papai Noel

A serina é um aminoácido não essencial, sintetizado pelo corpo humano.
É fundamental para a saúde neurológica, metabolismo de gordura e sistema imune.
É estudada por seu potencial neuroprotetor em condições como Parkinson e ELA.
A suplementação geralmente não é necessária para indivíduos saudáveis.
Pode ser obtida pela alimentação em produtos ricos em proteínas, como carnes, ovos e soja.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

Conhecida por seu papel na saúde cerebral, a serina é um aminoácido que se tornou mais conhecido nos últimos tempos como um possível reforço para algumas doenças neurodegenerativas.
Mas, embora seja realmente indispensável para o nosso organismo de modo geral, ela não costuma exigir suplementação, já que é produzida naturalmente pelo próprio corpo humano.

Entenda melhor o que é esse aminoácido e para que ele serve.

O que é a serina? É preciso suplementar?
A serina faz parte dos chamados aminoácidos não essenciais. O termo não se refere a uma “falta de importância”, mas à forma como ela chega até nós para ser utilizada: enquanto os aminoácidos essenciais precisam vir da alimentação, os não essenciais são produzidos pelo próprio corpo mesmo, tornando geralmente desnecessária uma busca ativa por doses extras.
São diversas as funções associadas à serina: ela contribui para o metabolismo de gordura e a síntese de fosfolipídios, além de reforçar o sistema imune. Na indústria, ela também costuma aparecer em hidratantes para a pele. Sua grande fama, porém, é em relação à saúde neurológica, impulsionando funções como memória e a cognição.

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É graças à função neuroprotetora que a serina vem sendo estudada como uma possível alternativa terapêutica para diversas condições neurológicas, como o Parkinson, a esquizofrenia e a esclerose lateral amiotrófica (ELA).
Com exceção de casos específicos que ainda precisam de mais estudos para confirmar que vale a pena suplementá-la, porém, a serina não exige qualquer extra em indivíduos saudáveis: além de ser sintetizada naturalmente no corpo, ela também pode vir de uma alimentação equilibrada.
Onde obter a serina?
Esse aminoácido é encontrado em produtos ricos em proteínas, como carnes, frutos do mar, ovos e derivados da soja, entre outras leguminosas, além de oleaginosas e cereais. Ainda que o próprio corpo já produza a serina por si mesmo, o prato de comida pode garantir que seus níveis estejam sempre adequados.

Fonte: saude.abril.com.br