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Maíra Cardi: entenda o diagnóstico de APLV da filha da influencer

Ler Resumo Introdução Eloáh, filha de Maíra Cardi, foi diagnosticada com Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) aos cinco meses, após apresentar urticária severa. A APLV é uma

  • Publishedabril 8, 2026

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Introdução
Eloáh, filha de Maíra Cardi, foi diagnosticada com Alergia à Proteína do Leite de Vaca (APLV) aos cinco meses, após apresentar urticária severa. A APLV é uma reação imunológica às proteínas do leite, distinta da intolerância à lactose. O tratamento envolve a exclusão do leite da dieta, seja da mãe ou por meio de fórmulas específicas para bebês.

Carta do papai Noel

A APLV é uma reação imunológica às proteínas do leite, não uma intolerância à lactose.
Sintomas comuns incluem urticária, diarreia (com sangue), vômito e sintomas respiratórios.
O diagnóstico pode ser acelerado pela identificação rápida dos sintomas.
O tratamento envolve a exclusão total do leite de vaca e derivados da dieta (da mãe, em caso de amamentação, ou uso de fórmulas especiais).
Na maioria dos casos, a alergia desaparece até os 3 anos de idade, mas pode persistir em cerca de 10% das crianças.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A influenciadora Maíra Cardi revelou durante a semana que a filha de cinco meses, Eloáh, foi diagnosticada com alergia à proteína do leite de vaca (APLV), após apresentar um episódio severo de urticária nos dias anteriores.
Pelas redes, ela aproveitou também para agradecer aos seguidores pelo apoio e dicas recebidas, depois das postagens originais relatando os sintomas da bebê.

“Muita gente se mobilizou”, comentou Cardi, celebrando que isso acelerou o diagnóstico. A influenciadora também exaltou a ajuda de Paula Lavigne, esposa de Caetano Veloso, que a colocou em contato com a médica que fez o diagnóstico.

Como Maíra Cardi descobriu a APLV na filha
A preocupação de Maíra Cardi com Eloáh veio após um quadro intenso de irritação na pele. “Sábado ela piorou muito, ficou em carne viva”, comentou nas redes, mostrando imagens das erupções cutâneas.
A urticária é um dos sintomas indicativos da APLV, que também pode provocar diarreia (inclusive com sangue nas fezes), vômito, constipação, perda de peso e sintomas respiratórios, que podem ser confundidos com uma gripe ou resfriado.

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igne, esposa de Caetano Veloso, que a colocou em contato com a médica que fez o diagnóstico.
O que é a APLV
Por ser uma alergia, seu mecanismo é o de uma reação exacerbada do organismo às proteínas presentes no leite da vaca, que são identificadas erroneamente como algo a ser combatido. Ela é diferente da intolerância à lactose, que é ocasionada por uma dificuldade de digerir esse açúcar encontrado naturalmente no leite.
Em 2024, Maíra Cardi já havia causado polêmica nas redes ao relatar que o consumo de leite produzia um quadro inflamatório em seu corpo – algo que não deveria acontecer em pessoas saudáveis. À época, seguidores aventaram a possibilidade de que ela própria tivesse APLV (o que é incomum, já que a condição acomete mais crianças pequenas) ou intolerância.

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Embora o diagnóstico nunca tenha sido confirmado no caso de Maíra, sabe-se que há um importante componente genético por trás do desenvolvimento da alergia em bebês. Ainda assim, ela também pode surgir de forma espontânea e sem histórico familiar.
O que acontece após o diagnóstico de APLV
O tratamento para a APLV passa por interromper o consumo de alimentos com leite da vaca. No caso de um bebê de cinco meses, que ainda não passou pela introdução alimentar (só indicada a partir do sexto mês), a melhor maneira de fazer isso depende do tipo de amamentação:

Se estiver em aleitamento materno exclusivo, a forma de proteger a criança é garantindo que a mãe pare de consumir leite e derivados;
Caso faça uso de fórmulas, o indicado é que elas sejam substituídas por produtos específicos para crianças com APLV. Há diferentes tipos de fórmula para bebês com APLV no mercado, então a escolha mais adequada deve ser feita sob orientação médica.

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A APLV é muito comum nos primeiros momentos da vida devido à imaturidade do sistema imunológico, mas na maioria dos casos não dura para sempre: ela tende a desaparecer até os 3 anos da criança. Apesar disso, cerca de 10% dos afetados podem seguir com a alergia pelo resto da vida.
Conforme o bebê for crescendo, o recomendado é realizar testes de tolerância com acompanhamento do pediatra, expondo a criança ao leite de vaca e derivados aos poucos. Enquanto isso, pais e cuidadores devem observar se as reações continuam ocorrendo e em que intensidade elas se manifestam.

Fonte: saude.abril.com.br